Impasse da realização do estadual se torna obstáculo no Campinense

Planejando o início da reconstrução no Campinense, o novo presidente, Phelipe Cordeiro, vem enfrentando alguns desafios. Entre eles, o entrave na negociação entre a permanência da FDA Sports, empresa que gerenciou o departamento de futebol em 2020, e o calendário de competições deste ano. Isto porque, a realização do Campeonato Paraibano segue incerta.

De acordo com o novo mandatário, o impasse gerado pela falta de renda dos clubes paraibanos impedem o planejamento e montagem da equipe.

– O grande problema é a questão do calendário, que até agora temos esse impasse sobre o Paraibano e fica até ruim porque o mercado se fecha para trazer jogadores para os times da Paraíba – declarou Phelipe Cordeiro.

Vale lembrar que o Campinense foi um dos sete clubes que assinaram, no dia 15 de dezembro, um documento alegando a impossibilidade da realização do estadual caso as verbas relacionadas ao programa de incentivo do governo, Paraíba Esporte Total, não fossem liberadas. E, segundo Marialvo Laureano, por não chegar a acordos de leniência e não cumprir burocracias exigidas, nenhum clube paraibano pôde ter acesso ao montante.

No meio termo entre incertezas, o mandato do presidente, que dura até o fim de 2021, vem trabalhando, nos bastidores, para garantir um nome para o comando técnico da Raposa. A expectativa é que a situação com a FDA seja decidida ainda nesta semana.

– O diretor de futebol está conversando com alguns (técnicos) e acho que, dependendo do que vai acontecer com a FDA, a gente já consiga apresentar para o torcedor – explicou o mandatário do clube.

O Voz da Torcida teve contato com dois nomes que foram sondados pelo Rubro-Negro, são eles Renatinho Potiguar, que esteve a frente do Globo-RN, e Luan Carlos, técnico do Goianésia.

Sem contar com o estadual, o Campinense ainda terá, em 2021, participações no Campeonato Brasileiro da Série D e Copa do Brasil.

Equipe @Vozdatorcida